Câncer de próstata resistente à castração: O que significa e como tratar?

Gustavo Schvartsman • 21 de janeiro de 2026

O que significa o câncer de próstata resistente à castração e como tratar?


O câncer de próstata resistente à castração ocorre quando o tumor continua a crescer mesmo com níveis muito baixos de testosterona. Isso indica que as células cancerígenas passaram a usar outras vias para se multiplicar. O tratamento envolve terapias hormonais de nova geração, como abiraterona ou enzalutamida, quimioterapia com docetaxel ou cabazitaxel, radioligantes com PSMA, inibidores de PARP se danos de reparo ao DNA, radioterapia focal e, em casos selecionados, imunoterapia.


Introdução


O
câncer de próstata resistente à castração é um estágio da doença em que o tumor continua a crescer mesmo com níveis muito baixos de testosterona. Esta condição pode gerar dúvidas e preocupação, mas também representa um momento em que novas terapias direcionadas ganham importância.


Neste artigo, você vai entender o que caracteriza essa fase, quais tratamentos são indicados, como ocorre o diagnóstico e quais são as expectativas atuais com as terapias mais modernas.
Continue a leitura.


O que significa câncer de próstata resistente à castração?


O câncer de próstata resistente à castração é o estágio em que o tumor
continua a avançar mesmo quando a testosterona está reduzida a níveis considerados de castração, abaixo de 50 ng/dL. Essa fase é caracterizada por sinais de atividade tumoral, como aumento do PSA, novos sintomas clínicos ou evidências de progressão em exames de imagem. Essa mudança de comportamento ocorre quando as células passam a crescer independentemente do bloqueio hormonal tradicional.


Por que isso acontece


Com o tempo, o tumor
encontra maneiras de contornar o bloqueio hormonal. As adaptações mais conhecidas incluem:

  • Capacidade de produzir hormônios dentro do próprio tumor
  • Alterações estruturais no receptor de androgênio
  • Redução da dependência da testosterona para crescer
  • Mutações genéticas que tornam o tumor mais agressivo


Esses mecanismos explicam por que a doença pode avançar mesmo com testosterona controlada.


Sintomas mais comuns quando a doença progride


Os sinais variam conforme o local comprometido, mas alguns padrões são frequentes:

  • Elevação progressiva do PSA
  • Dor óssea persistente
  • Fadiga e perda de peso
  • Sintomas urinários
  • Dor lombar ou pélvica
  • Fraqueza nas pernas quando há compressão medular


A
identificação precoce desses sintomas permite intervenções mais eficazes e direcionadas.


Como é feito o diagnóstico


O diagnóstico do câncer de próstata resistente à castração depende da
combinação entre avaliação clínica, exames laboratoriais e métodos de imagem.


Avaliação laboratorial


O PSA é um dos marcadores mais úteis para monitorar a doença. A
European Association of Urology define resistência quando há elevação confirmada do PSA em três dosagens consecutivas.


Exames de imagem


Os exames mais utilizados incluem:

  • Tomografia
  • Ressonância magnética
  • Cintilografia óssea
  • PET CT com PSMA, cada vez mais incorporado à prática clínica


Essas ferramentas ajudam a identificar novas lesões e direcionam o plano terapêutico.


Tratamentos disponíveis


O câncer de próstata resistente à castração dispõe de várias estratégias que visam
controlar a doença, reduzir sintomas e prolongar a sobrevida.


Terapias hormonais de nova geração


Atuam
diretamente no receptor de androgênio e permanecem eficazes mesmo quando o tumor deixa de responder ao bloqueio hormonal convencional. Entre elas:

  • Abiraterona
  • Enzalutamida
  • Apalutamida
  • Darolutamida


Quimioterapia


A quimioterapia é importante especialmente em
casos sintomáticos ou de progressão acelerada.

As opções mais consolidadas são o Docetaxel e Cabazitaxel.


Esses medicamentos já provaram benefício tanto em linhas iniciais quanto após falha de terapias hormonais modernas.


Radioligantes com PSMA


Uma das estratégias mais inovadoras utiliza
radiofármacos direcionados ao PSMA. O Lutécio 177 PSMA se destaca por reduzir sintomas, diminuir PSA e melhorar o controle da doença. O estudo VISION mostrou benefícios significativos em sobrevida livre de progressão.


Imunoterapia


A
imunoterapia é indicada para tumores com instabilidade de microssatélites ou alta carga mutacional. Nessas condições, o pembrolizumabe pode trazer respostas duradouras.


Inibidores de PARP, com destaque para o olaparibe


O olaparibe é um inibidor da enzima PARP indicado para pacientes com câncer de próstata resistente à castração que apresentam mutações em genes de reparo do DNA, especialmente BRCA1, BRCA2 e outros envolvidos na recombinação homóloga. Esses tumores têm maior dependência das vias de reparo mediadas pela PARP, tornando-se mais sensíveis a esse tipo de terapia. O benefício do olaparibe foi demonstrado no estudo clínico de fase III PROfound, que mostrou melhora significativa na sobrevida livre de progressão radiográfica e na sobrevida global em comparação com terapias hormonais de nova geração em pacientes previamente tratados. Com base nesses resultados, o olaparibe foi aprovado por agências regulatórias como FDA e EMA e passou a integrar as principais diretrizes internacionais, incluindo as da European Association of Urology e da NCCN, reforçando a importância do teste genético no direcionamento do tratamento.


Radioterapia focal


Indicada quando o paciente apresenta
poucas lesões ativas. A técnica ajuda a controlar áreas específicas, aliviar dor e retardar a progressão.


Cuidados de suporte


Além do tratamento oncológico direto, muitos pacientes se beneficiam de:

  1. Manejo adequado da dor
  2. Avaliação nutricional
  3. Prevenção de fraturas
  4. Fisioterapia
  5. Apoio para manutenção da função e mobilidade


Como escolher o melhor tratamento


A escolha terapêutica é
individualizada e leva em conta:

  • Velocidade de progressão tumoral
  • Localização das metástases
  • Tratamentos utilizados anteriormente
  • Perfil genético da doença
  • Estado clínico geral do paciente


Esse cuidado permite definir sequências terapêuticas mais eficientes e com melhor tolerabilidade.


Perguntas frequentes


  • O que significa ter câncer de próstata resistente à castração?

    Esse termo descreve a fase em que o tumor continua a progredir mesmo com testosterona em níveis considerados de castração, abaixo de 50 ng dL. Nessa etapa, o PSA volta a subir, surgem novos sintomas ou há progressão evidente nos exames, indicando que a doença encontrou maneiras alternativas de crescer apesar do bloqueio hormonal.

  • Por que o câncer de próstata pode ficar resistente mesmo com testosterona baixa?

    As células tumorais passam a usar vias alternativas de crescimento, como produzir hormônios dentro do próprio tumor, alterar o receptor de androgênio ou desenvolver mutações que tornam a proliferação celular mais agressiva. Esse conjunto de adaptações sustenta o avanço da doença.

  • Como o tumor continua crescendo mesmo quando a testosterona está em níveis de castração?

    As células tumorais passam a usar fontes alternativas de sinalização, como produção local de andrógenos, mutações no receptor de androgênio e ativação de vias independentes de hormônios. Essas adaptações sustentam o crescimento mesmo com testosterona muito baixa.

  • Quais sinais indicam que o câncer se tornou resistente à castração?

    Os sinais mais comuns incluem aumento contínuo do PSA, surgimento de dor óssea, piora dos sintomas urinários, fadiga intensa, perda de peso ou novas lesões em exames de imagem. Qualquer mudança deve ser avaliada prontamente pelo oncologista.

  • É possível que o PSA aumente sem que as imagens mostrem progressão imediata?

    Sim. O PSA pode subir antes do aparecimento de novas lesões visíveis, porque ele reflete atividade biológica do tumor. Por isso, o monitoramento seriado do PSA é tão importante quanto os exames de imagem.

  • A resistência significa que o tratamento hormonal deixou de funcionar totalmente?

    Não completamente. Muitos pacientes ainda se beneficiam de manter o bloqueio hormonal, mas o tumor já não depende apenas da testosterona para crescer. Por isso, terapias adicionais tornam-se necessárias para controlar a doença.

  • Quais mutações genéticas tornam o câncer mais propenso a se tornar resistente?

    Alterações em genes de reparo de DNA, como BRCA1, BRCA2 e ATM, além de mutações no receptor de androgênio, podem favorecer resistência precoce. A identificação dessas alterações orienta terapias específicas, como inibidores de PARP.

  • Quais são as opções de tratamento para o câncer de próstata resistente à castração?

    As principais abordagens incluem terapias hormonais de nova geração como abiraterona e enzalutamida, quimioterapia, radioligandoterapia com PSMA, radioterapia focal, imunoterapia em casos selecionados e cuidados de suporte. A escolha é personalizada conforme a evolução da doença e o estado clínico.

  • As terapias hormonais modernas funcionam mesmo quando o tumor já é resistente?

    Sim. Medicamentos como abiraterona, enzalutamida, apalutamida e darolutamida atuam diretamente no receptor de androgênio e conseguem bloquear vias que continuam ativas mesmo após a castração tradicional, aumentando o tempo de controle da doença.

  • Todo paciente resistente à castração precisa fazer quimioterapia?

    Não. A quimioterapia pode ser indicada em casos sintomáticos, de progressão rápida ou quando as terapias hormonais não são mais suficientes. Muitos pacientes podem iniciar outras medicações antes da quimioterapia, conforme a estratégia definida pelo oncologista.

  • O que significa quando o tumor deixa de responder mesmo às terapias hormonais de nova geração?

    Isso indica evolução para um estágio mais agressivo, chamado resistência secundária. Nessa fase, o tumor desenvolve mecanismos adicionais de escape, exigindo combinações ou mudança completa da linha terapêutica.

  • O que muda quando o tumor começa a progredir apenas em alguns pontos do corpo?

    Essa situação é chamada progressão oligometastática. Quando poucas áreas evoluem, é possível tratar essas lesões de forma focal, com radioterapia ou abordagem local, enquanto se mantém o tratamento sistêmico que ainda funciona para o restante do corpo.

Especialista em oncologia em São Paulo | Dr. Gustavo Schvartsman


O câncer de próstata resistente à castração representa uma fase desafiadora, mas com diversas opções terapêuticas eficazes. O
diagnóstico precoce e a escolha adequada da estratégia de tratamento podem ampliar o tempo de controle da doença e melhorar a qualidade de vida. 


Se você busca por um oncologista com expertise e experiência, sou o Dr. Gustavo Schvartsman, especialista em oncologia clínica. Formado pela Escola Paulista de Medicina/Universidade Federal de São Paulo, me especializei no MD Anderson Cancer Center, adquirindo experiência internacional e aprofundando meu foco em imunoterapia. Hoje atuo no Hospital Israelita Albert Einstein, onde ofereço tratamentos personalizados e terapias de última geração. Meu compromisso é garantir que cada paciente receba o melhor cuidado possível e as opções de tratamento mais adequadas para seu caso. Para mais informações, acesse o meu site ou clique aqui para agendar uma consulta.



Continue acompanhando a central educativa para acessar conteúdos importantes sobre saúde. Até o próximo artigo.


Por Gustavo Schvartsman 13 de janeiro de 2026
Quem pode se beneficiar do Osimertinibe no câncer de pulmão? O Osimertinibe beneficia principalmente pacientes com carcinoma de pulmão de não pequenas células que apresentam mutações específicas no gene EGFR, como deleção no éxon 19, L858R e T790M. Esses pacientes respondem melhor porque o tumor depende diretamente dessa via molecular. Introdução O uso do Osimertinibe no câncer de pulmão transformou o tratamento de pacientes com tumores que apresentam mutações específicas no gene EGFR. Esse medicamento marcou uma mudança importante na oncologia ao oferecer maior eficácia, melhor tolerabilidade e capacidade de atuar inclusive em metástases cerebrais. Hoje, ele é considerado o tratamento padrão em várias situações, desde diagnóstico inicial até doença avançada. Este artigo explica quem pode se beneficiar dessa medicação, como ela age, quando é indicada e por que o teste genético é indispensável para orientar a terapia. Continue a leitura para entender como esse avanço pode impactar o tratamento. O que é o Osimertinibe e como ele funciona? O Osimertinibe é um inibidor de tirosina-quinase (TKI) de terceira geração usado no tratamento de tumores pulmonares que apresentam mutações específicas no gene EGFR. Ele foi desenvolvido para bloquear sinalizações que mantêm o crescimento celular descontrolado em muitos casos de carcinoma de pulmão de não pequenas células. Por atuar de forma precisa, tornou-se um dos pilares do tratamento moderno para pacientes com mutações sensíveis e resistentes no EGFR. Mecanismo de ação O medicamento atua de forma seletiva sobre mutações EGFR importantes, como: L858R Deleções no éxon 19 Mutação de resistência T790M Outro aspecto relevante é sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica , permitindo controle eficaz de lesões cerebrais. Por que isso importa Ao bloquear a via EGFR, o Osimertinibe interrompe sinais que estimulam a proliferação tumoral. Como resultado, reduz o crescimento do tumor e prolonga a sobrevida . Evidências mostram benefício consistente até mesmo em pessoas previamente tratadas com outros TKIs, reforçando seu papel como terapia de alto impacto. Quem pode se beneficiar do Osimertinibe no câncer de pulmão Pacientes com mutações EGFR sensibilizantes O grupo mais beneficiado inclui pessoas com: Deleções no éxon 19 L858R no éxon 21 Algumas outras alterações mais raras no EGFR Pacientes com mutação T790M A mutação T790M aparece como forma de resistência em aproximadamente 50 a 60 por cento dos pacientes tratados com TKIs de gerações anteriores. O Osimertinibe foi o primeiro TKI a demonstrar eficácia comprovada contra essa alteração, com impacto direto no controle da doença. Pacientes com metástases cerebrais Por atravessar o sistema nervoso central, o medicamento é especialmente útil para: Controlar metástases cerebrais já diagnosticadas Prevenir o surgimento de novas lesões Reduzir sintomas neurológicos Postergar radioterapia Dados publicados no New England Journal of Medicine evidenciam redução significativa no risco de progressão intracraniana. Pacientes recém diagnosticados com doença avançada No estudo FLAURA , considerado referência global, o osimertinibe mostrou aumento da sobrevida global para 18,9 meses, contra 10,2 meses com outros TKIs. Em cenários de maior risco biológico, estratégias de intensificação terapêutica têm sido avaliadas. Nesse contexto, o uso do osimertinibe associado à quimioterapia demonstrou prolongamento do tempo até progressão da doença e da sobrevida global, à custa de maior incidência de efeitos colaterais, sendo uma abordagem reservada para casos selecionados. Outra combinação recentemente aprovada é a de lazertinibe, molécula semelhante ao osimertinibe, com amivantamabe, que também foi superior ao osimertinibe isolado no estudo MARIPOSA, mas igualmente associada a toxicidades que exigem manejo cuidadoso. A decisão terapêutica passa por avaliação detalhada do caso, considerando aspectos radiológicos, moleculares, clínicos e as preferências do paciente. No segundo semestre de 2025, o New England Journal of Medicine publicou a análise final de sobrevida global do estudo FLAURA2 , que avaliou o uso do osimertinibe em combinação com quimioterapia à base de platina e pemetrexed como tratamento inicial. Os resultados demonstraram ganho adicional de sobrevida global em comparação ao osimertinibe isolado, com mediana de 47,5 meses versus 37,6 meses, respectivamente, confirmando que a intensificação terapêutica pode trazer benefício clínico relevante em pacientes selecionados, embora associada a maior incidência de efeitos adversos, exigindo criteriosa avaliação individual. Pacientes operados com alto risco de recidiva Desde 2020, o Osimertinibe é aprovado como terapia adjuvante em alguns estágios de tumores operados com mutações EGFR, que carregam alto risco de recidiva a despeito da cirurgia completa. O estudo ADAURA demonstrou uma redução de aproximadamente 80 por cento no risco de recidiva ou morte. Efeitos colaterais O Osimertinibe costuma ser bem tolerado, mantendo bom perfil de segurança. Entre os efeitos mais frequentes estão diarreia, erupções cutâneas, fadiga, alterações nas unhas, e tosse leve. Efeitos raros incluem pneumonite e prolongamento do intervalo QT. O monitoramento com o oncologista reduz riscos e permite ajustes adequados do tratamento quando necessário. Como é feito o diagnóstico das mutações EGFR Para indicar o Osimertinibe corretamente, é essencial identificar as mutações por meio de: Sequenciamento de nova geração (NGS) PCR em tempo real Biópsia líquida (quando o tumor libera DNA no sangue) Esses métodos estão amplamente disponíveis e ajudam a escolher a melhor abordagem terapêutica. Atenção! O NGS é sempre preferível para buscar co-mutações associadas ao EGFR que podem afetar prognóstico e auxiliar na decisão de tratamento, uma vez que hoje há mais de uma opção. Esse método sequencia centenas de genes ao mesmo tempo. Por que isso é decisivo Sem o teste molecular, não é possível confirmar se o tumor depende da via EGFR. Sem essa informação, o tratamento pode não trazer o benefício esperado. Osimertinibe como parte de um tratamento personalizado O plano terapêutico é individualizado e leva em conta o tipo e localização do tumor, o estágio da doença, a existência de metástases e as condições clínicas do paciente. Muitas vezes, o Osimertinibe integra um programa terapêutico que pode incluir: Imunoterapia Quimioterapia Radioterapia Cuidados de suporte Essa integração promove melhor controle, diminui sintomas e contribui para avanços importantes na qualidade de vida. Perguntas frequentes
terapia celular CAR-T
Por Gustavo Schvartsman 10 de dezembro de 2025
Entenda como a terapia celular CAR-T está sendo adaptada para tratar tumores sólidos e quais são os principais avanços, desafios e perspectivas dessa tecnologia.
inibidores de checkpoint imunológico
Por Gustavo Schvartsman 3 de dezembro de 2025
Inibidores de checkpoint imunológico: O que são, quando são indicados, quais são seus benefícios? Entenda.
o que é radiofármacos
Por Gustavo Schvartsman 26 de novembro de 2025
Saiba o que é radiofármacos, como atuam no tratamento oncológico, em quais casos são usados e quais avanços essa estratégia traz para a medicina do câncer.
rastreamento genômico e teste genético
Por Gustavo Schvartsman 18 de novembro de 2025
Entenda as diferenças entre rastreamento genômico e teste genético e como essas análises ajudam na prevenção e tratamento personalizado do câncer.
o que é estadiamento do câncer
Por Gustavo Schvartsman 12 de novembro de 2025
Conheça o que é estadiamento do câncer, como ele é realizado e por que essa etapa é essencial para definir o tratamento e o prognóstico dos pacientes.
terapia alvo ou quimioterapia
Por Gustavo Schvartsman 5 de novembro de 2025
Terapia alvo ou quimioterapia: Entenda as diferenças, indicações, eficácia e efeitos colaterais de cada tratamento no câncer.
Inteligência artificial no câncer
Por Gustavo Schvartsman 29 de outubro de 2025
Inteligência artificial no câncer: Conheça como novas tecnologias estão transformando o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento dos pacientes oncológicos.
melanoma braf positivo
Por Gustavo Schvartsman 22 de outubro de 2025
Melanoma BRAF positivo: Entenda o que é, como é diagnosticado, os impactos dessa mutação e os avanços nos tratamentos personalizados disponíveis.
carcinoma espinocelular de pele
Por Gustavo Schvartsman 15 de outubro de 2025
Carcinoma espinocelular: Conheça causas, sintomas, diagnóstico e tratamentos desse câncer de pele. Entenda como prevenir e quando buscar ajuda médica.