O que são radiofármacos e quando são usados no tratamento oncológico

Gustavo Schvartsman • 26 de novembro de 2025

Os radiofármacos representam uma das fronteiras mais promissoras na oncologia de precisão. Ao combinar elementos radioativos com moléculas que “miram” células tumorais, eles permitem entregar radiação diretamente onde o tumor está, minimizando danos aos tecidos saudáveis. 


No artigo a seguir você vai entender o que são os radiofármacos, como funcionam, seus usos, desafios e perspectivas para o futuro do tratamento oncológico.
Continue a leitura e aprenda mais sobre esse tema.


O que são radiofármacos?


Os radiofármacos são compostos formados por uma substância radioativa ligada a uma molécula que
reconhece e se conecta a células específicas, como as células tumorais. Essa combinação direciona a radiação para regiões precisas do corpo, permitindo tanto o diagnóstico quanto o tratamento de doenças.


Na oncologia, essas moléculas, também conhecidas como radioligantes, são utilizadas para
identificar ou destruir células cancerígenas. Quando o radiofármaco é usado de forma terapêutica, o radionuclídeo presente emite radiação (alfa, beta ou gama), que danifica o DNA das células-alvo, levando-as à morte.


Como os radiofármacos atuam no tratamento do câncer


O funcionamento dos radiofármacos se baseia em uma estratégia de precisão:


Reconhecimento do alvo:
a molécula carreadora (anticorpo, peptídeo ou pequeno ligante) leva a substância radioativa até células tumorais que expressam um marcador específico.


Liberação de radiação:
uma vez no local, o radionuclídeo libera energia que provoca quebras no DNA, levando à destruição direta das células ou à morte por estresse oxidativo.


Monitoramento por imagem:
muitos radiofármacos podem ser rastreados por exames como PET ou SPECT, permitindo acompanhar sua distribuição e eficácia.


Ajuste terapêutico:
a partir dessas imagens, é possível calcular a dose de radiação absorvida pelo tumor e adaptar futuras aplicações, conceito conhecido como imagem-terapia.



Tipos de radiação utilizados


Emissores beta (β–):
 

  • Como atuam: emitem elétrons (β–) com alcance relativamente longo nos tecidos, geralmente 0,5 a 12 mm, dependendo da energia do isótopo.
  • Efeito terapêutico: causam dano em cadeia (“crossfire effect”), atingindo não só a célula alvo, mas também células tumorais vizinhas — útil para doenças com carga tumoral maior ou distribuição heterogênea.


Exemplos clínicos:

  • Lutetium-177 (¹⁷⁷Lu) – NETs (Lutathera), PSMA (Pluvicto)
  • Iodo-131 (¹³¹I) – tireoide


Emissores alfa (α):
 

  • Como atuam: partículas alfa são núcleos de hélio, altamente energéticas, com trajeto extremamente curto: 50–100 μm.
  • Efeito terapêutico: induzem dano altamente citotóxico (alto LET), causando quebras duplas de DNA quase irreparáveis.
  • Indicação principal: doença microscópica, células tumorais isoladas ou micrometástases, onde o “tiro de curto alcance” é ideal.


Exemplos clínicos:

  • Radium-223 (²²³Ra) – metástases ósseas do CPRC
  • Em desenvolvimento: Actinium-225 (²²⁵Ac), Thorium-227


Emissores gama:
 

  • Como atuam: São usados para diagnóstico, com a captação marcada em exames de cintilografia;
  • Efeito terapêutico: não têm efeito terapêutico relevante. Para terapia, usamos gama associados a beta, como no Iodo-131, onde o gama serve para imagem, mas o efeito terapêutico é do beta.


Exemplos clínicos:

  • Tecnécio-99m
  •  Iodo-123


Quando os radiofármacos são utilizados no tratamento oncológico


O uso clínico dos radiofármacos é indicado em situações específicas, especialmente quando o tumor apresenta um
marcador molecular que pode ser identificado pela substância radioativa. Entre as principais aplicações estão:


  • Tumores com alvos definidos, como o PSMA em casos de câncer de próstata, e Dotatato em tumores neuroendócrinos.
  • Doenças metastáticas, quando há múltiplas lesões espalhadas pelo corpo.
  • Terapias combinadas, atuando em conjunto com quimioterapia, imunoterapia ou radioterapia.
  • Casos de recidiva, quando o tumor persiste após cirurgia ou outros tratamentos.
  • Doenças específicas, como câncer de tireoide tratado com iodo-131 ou tumores neuroendócrinos e prostáticos tratados com lutécio-177-PSMA.


Um
exemplo marcante é o radiofármaco Pluvicto® (lutécio-177-PSMA), que demonstrou aumento da sobrevida em pacientes com câncer de próstata metastático resistente à castração, em comparação com o tratamento padrão.


Vantagens dos radiofármacos


  • Alta seletividade

Atingem preferencialmente as células doentes, preservando o tecido saudável.


  • Ação sistêmica

Tratam tanto o tumor primário quanto metástases em diferentes regiões do corpo.


  • Terapia e diagnóstico em um só exame

O mesmo radiofármaco pode ser usado para localizar e tratar o câncer.


  • Baixa resistência tumoral

Por agir através da radiação, não depende dos mesmos mecanismos que fármacos convencionais.


  • Menor toxicidade geral

Quando bem direcionados, causam menos efeitos colaterais sistêmicos.


Limitações e desafios


Mesmo com seus benefícios, o uso de radiofármacos exige
cuidados técnicos e clínicos.


Entre os principais desafios estão a toxicidade em órgãos não alvo, como rins, medula óssea e glândulas salivares; entrega insuficiente ao tumor, o que pode reduzir a eficácia; alterações biológicas do tumor, que podem gerar resistência.


Além disso, meia-vida curta dos radionuclídeos, exigindo infraestrutura próxima para produção e transporte; custo elevado e necessidade de centros especializados, com controle radiológico rigoroso; e efeitos adversos possíveis, como boca seca (xerostomia) e alterações hematológicas em terapias com actínio-225-PSMA.


Exemplos de radiofármacos utilizados


Iodo-131
: clássico no tratamento do câncer de tireoide, aproveitando a afinidade do iodo pelas células tireoidianas.
Lutécio-177-PSMA:
indicado para câncer de próstata avançado, com bons resultados em ensaios clínicos.
Actínio-225-PSMA:
emissor alfa de nova geração, com alto poder de destruição tumoral e em fase de estudos.


Atualmente, mais de 600 ensaios clínicos em andamento investigam novas aplicações dos radiofármacos em tumores sólidos, ampliando as possibilidades de uso terapêutico.


Perguntas frequentes


  • O que são radiofármacos e como eles funcionam no organismo?

    Os radiofármacos são substâncias que contêm átomos radioativos ligados a moléculas capazes de se fixar em alvos específicos, como células tumorais. Eles emitem radiação que pode ser usada tanto para diagnóstico por imagem quanto para destruir as células cancerígenas de forma direcionada.

  • Como os radiofármacos diferem da quimioterapia tradicional?

    Diferente da quimioterapia, que circula pelo corpo afetando células saudáveis e doentes, os radiofármacos são direcionados a um alvo específico, liberando radiação localmente. Isso reduz os efeitos colaterais e aumenta a precisão terapêutica.


  • Quando os radiofármacos são indicados no tratamento oncológico?

    São indicados em tumores com alvos moleculares bem definidos, como o PSMA em câncer de próstata ou receptores de somatostatina em tumores neuroendócrinos. Também podem ser usados em casos metastáticos, quando há múltiplas lesões no corpo.


  • Os radiofármacos podem ser usados em conjunto com outros tratamentos?

    Sim. Eles frequentemente são combinados com quimioterapia, imunoterapia ou radioterapia externa, potencializando o efeito terapêutico e permitindo uma abordagem mais abrangente contra o câncer.


  • Quais tipos de câncer podem ser tratados com radiofármacos?

    Atualmente, são usados principalmente em câncer de próstata, tumores neuroendócrinos e câncer de tireoide. No entanto, ensaios clínicos investigam sua aplicação em outros tumores sólidos, como pulmão e pâncreas.


  • Os radiofármacos também podem ser usados para diagnóstico?

    Sim. Em medicina nuclear, muitos radiofármacos são usados para exames de imagem como PET e SPECT, ajudando a identificar a localização e a extensão do tumor antes e durante o tratamento.


  • Quais são os principais benefícios do uso de radiofármacos?

    Entre os benefícios estão a alta seletividade pelas células tumorais, menor toxicidade sistêmica, capacidade de atingir metástases e a combinação entre diagnóstico e tratamento, conceito conhecido como theranostics.


  • Quais efeitos colaterais podem ocorrer com os radiofármacos?

    Os efeitos mais comuns incluem fadiga, boca seca (xerostomia), náuseas leves e, em alguns casos, queda nos níveis de glóbulos brancos. Em centros especializados, esses eventos são monitorados e tratados precocemente.


  • Os radiofármacos são seguros?

    Sim, quando utilizados sob supervisão médica em centros habilitados em medicina nuclear. A radiação é direcionada e controlada, com protocolos rigorosos de segurança para pacientes e equipe.


  • O uso de radiofármacos é uma opção disponível no Brasil?

    Sim. O Brasil possui centros especializados em medicina nuclear que oferecem radiofármacos, como o lutécio-177 e o iodo-131. Entretanto, o acesso pode variar conforme a infraestrutura e a aprovação regulatória de cada tratamento.


  • Como é produzida a radiação usada nos radiofármacos?

    Ela é gerada em reatores nucleares ou ciclotrons, que produzem os radionuclídeos usados nas terapias. Esses elementos são ligados a moléculas específicas no laboratório antes da aplicação clínica.


  • Como é produzida a radiação usada nos radiofármacos?

    Ela é gerada em reatores nucleares ou ciclotrons, que produzem os radionuclídeos usados nas terapias. Esses elementos são ligados a moléculas específicas no laboratório antes da aplicação clínica.


  • Quanto tempo a radiação permanece no corpo após o tratamento?

    Depende do tipo de radionuclídeo. Em geral, a maior parte é eliminada pela urina em poucas horas ou dias, e o restante decai naturalmente sem riscos significativos.


  • É necessário isolamento após o uso de radiofármacos?

    Em alguns casos, sim. Pacientes tratados com radioisótopos mais fortes, como o iodo-131, podem precisar de isolamento temporário até que os níveis de radiação caiam a níveis seguros.


  • Os radiofármacos podem ser usados em pacientes idosos ou com comorbidades?

    Sim, desde que haja avaliação médica adequada. Por serem direcionados, costumam ter boa tolerância mesmo em pacientes com condições clínicas mais delicadas.




Especialista em oncologia em São Paulo | Dr. Gustavo Schvartsman


Agora você sabe
o que é radiofármacos e qual o seu papel no tratamento do câncer: moléculas que combinam radiação com seletividade molecular para destruir células tumorais. Eles já são usados em casos específicos e prometem transformar a oncologia com mais precisão, menor toxicidade e sinergia com outras terapias. O desafio está na logística, segurança e escolha ideal de alvos.


Se você busca por um oncologista com expertise e experiência, sou o Dr. Gustavo Schvartsman, especialista em oncologia clínica. Formado pela Escola Paulista de Medicina/Universidade Federal de São Paulo, me especializei no MD Anderson Cancer Center, adquirindo experiência internacional e aprofundando meu foco em imunoterapia. Hoje atuo no Hospital Israelita Albert Einstein, onde ofereço tratamentos personalizados e terapias de última geração. Meu compromisso é garantir que cada paciente receba o melhor cuidado possível e as opções de tratamento mais adequadas para seu caso. Para mais informações, acesse o meu site ou clique aqui para agendar uma consulta.


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