Desmistificando os Efeitos Colaterais da Quimioterapia

Gustavo Schvartsman • 11 de julho de 2024

Quando indicada, a quimioterapia é uma abordagem de tratamento eficaz no combate ao câncer, mas traz consigo uma série de efeitos colaterais que podem afetar significativamente a qualidade de vida dos pacientes.


Este artigo aborda os sintomas físicos mais comuns, e traz dicas de como gerenciá-los. Continue lendo para uma melhor compreensão para lidar com os efeitos colaterais da quimioterapia.


O que é a Quimioterapia?


A quimioterapia, uma das principais modalidades de tratamento para diversos tipos de
câncer, utiliza poderosos agentes químicos para atacar e destruir células cancerígenas. No entanto, este processo pode afetar também células saudáveis, especialmente aquelas que se dividem rapidamente, resultando em uma variedade de efeitos colaterais.


Confira abaixo quais são esses efeitos colaterais.


Quais são os Efeitos Colaterais da Quimioterapia?


1. Efeitos Colaterais Físicos Comuns


Náuseas e Vômitos


Náuseas e vômitos são alguns dos efeitos colaterais mais conhecidos da quimioterapia. O tratamento pode causar
reações do corpo aos químicos tóxicos como irritar o revestimento do estômago ou acionar o centro de vômito no cérebro, levando a náuseas e vômitos. Felizmente, existem medicamentos eficazes disponíveis para mitigar esses sintomas, permitindo que os pacientes mantenham sua nutrição e qualidade de vida.


Perda de Cabelo


A alopecia, ou perda de cabelo, é outro efeito colateral comum e emocionalmente desafiador. Ela ocorre porque a quimioterapia também
ataca as células saudáveis que crescem rapidamente, como as dos folículos capilares. Muitos pacientes optam por usar lenços ou perucas, e é importante saber que, na maioria dos casos, o cabelo volta a crescer após o término do tratamento. O uso de toucas refrigeradas durante a aplicação da quimioterapia pode reduzir o risco de perda de cabelo. É importante frisar que não são todas as quimioterapias que causam queda do cabelo.


Fadiga


A fadiga é um sintoma persistente que muitos pacientes enfrentam, afetando sua
capacidade de realizar atividades diárias. Gerenciar a fadiga envolve equilibrar períodos de atividade com descanso, além de manter uma dieta equilibrada e hidratação adequada.


Mucosite Oral


A quimioterapia pode causar
inflamação da mucosa da boca e garganta, conhecida como mucosite oral. Isso pode resultar em dor, dificuldade para comer e suscetibilidade a infecções. Manter uma boa higiene oral e usar enxaguantes bucais especiais pode aliviar esses sintomas. A laserterapia com a equipe de odontologia também ajuda a prevenir e tratar a mucosite.


Neuropatia Periférica


A neuropatia periférica, uma condição que causa
dor, formigamento ou fraqueza, principalmente nas mãos e pés, pode ocorrer devido ao dano aos nervos causado por certos tipos de quimioterapia. Tratamentos como fisioterapia, acupuntura e medicamentos podem ser necessários para aliviar esses sintomas.


Alterações na Contagem de Sangue


A quimioterapia pode temporariamente
reduzir a produção de células sanguíneas, levando a anemia, risco aumentado de infecção devido à queda dos leucócitos, e sangramento facilitado causado pela diminuição de plaquetas. O monitoramento regular da contagem sanguínea é essencial para gerenciar esses riscos.


2. Efeitos Colaterais Psicológicos


Impacto Emocional


O tratamento com quimioterapia pode ser uma fonte significativa de
estresse, ansiedade e depressão. O suporte psicológico é uma parte integral do tratamento do câncer, ajudando os pacientes a enfrentar os desafios emocionais associados ao diagnóstico e ao tratamento.


Como Amenizar os Efeitos Colaterais da Quimioterapia?


A quimioterapia é um pilar fundamental no tratamento de muitos tipos de câncer, mas seus efeitos colaterais podem ser significativos e impactar bastante o paciente. Felizmente, com o avanço das técnicas de suporte e uma
abordagem integrada ao cuidado do paciente, é possível gerenciar esses sintomas de forma eficaz. Confira algumas estratégias para amenizar os efeitos colaterais:


Estratégias Nutricionais para Pacientes em Quimioterapia


Uma
dieta bem equilibrada é essencial para sustentar o corpo durante a quimioterapia. Nutricionistas especializados em oncologia desempenham um papel essencial, desenvolvendo planos alimentares personalizados que ajudam a aliviar sintomas como náuseas, vômitos e constipação, enquanto fortalecem o sistema imunológico. Esses profissionais podem recomendar alimentos de fácil digestão, ricos em nutrientes e adequados para combater a inflamação, além de orientar sobre a hidratação adequada para ajudar na eliminação de toxinas. Alimentos crus que oferecem risco devem ser evitados, como peixe e carnes. As hortaliças devem ser lavadas e deixadas de molho em hipoclorito de sódio.


Suporte Psicológico


O
impacto emocional da quimioterapia não pode ser subestimado. O suporte psicológico é vital e pode ser providenciado por meio de terapia individual, grupos de apoio ou mesmo terapia familiar. Profissionais de saúde mental especializados em oncologia podem oferecer estratégias para lidar com o estresse, ansiedade e depressão. Técnicas como mindfulness, relaxamento guiado e intervenções cognitivo-comportamentais são frequentemente utilizadas para ajudar os pacientes a gerenciar as complexidades emocionais associadas ao tratamento do câncer.


Prevenção de Efeitos Colaterais Através de Terapias de Suporte


Terapias de suporte são fundamentais para mitigar os efeitos colaterais da quimioterapia.
Medicamentos antieméticos são prescritos para prevenir náuseas e vômitos, enquanto outros medicamentos podem ser utilizados para proteger o coração e os rins contra toxicidades específicas de alguns quimioterápicos. Além disso, o monitoramento regular da função cardíaca e renal pode ser recomendado dependendo do tipo de quimioterapia administrada.


Intervenções de Suporte


A implementação de terapias de suporte é projetada para
prevenir ou atenuar a severidade dos efeitos colaterais. Isso inclui não apenas medicamentos preventivos, mas também ações como a administração de fatores de crescimento para estimular a produção de células sanguíneas ou medicamentos para prevenir a neuropatia periférica. Aconselhamento nutricional e suporte emocional são complementos essenciais a essas intervenções médicas, assegurando uma abordagem holística ao cuidado do paciente.


Educação do Paciente


A educação é um componente crítico do tratamento. Informar os pacientes sobre o que esperar durante a quimioterapia e como gerenciar efetivamente os efeitos colaterais é fundamental para a autogestão. Programas de educação do paciente podem incluir workshops, literatura educativa e sessões de consulta para discutir estratégias de coping, técnicas de relaxamento, e a importância de uma
comunicação aberta com a equipe de cuidados.


Perguntas Frequentes


Quanto tempo passam os efeitos colaterais da quimioterapia?

Muitos efeitos colaterais da quimioterapia, como náuseas e fadiga, desaparecem dias ou semanas após o término do tratamento; no entanto, alguns efeitos podem persistir por meses ou tornarem-se permanentes, dependendo do tipo de quimioterapia e da resposta individual do paciente.


Quais os efeitos colaterais mais comuns na quimioterapia?

Os efeitos colaterais mais comuns incluem náuseas, vômitos, perda de cabelo, fadiga, mucosite oral, alterações na contagem de células sanguíneas, neuropatia periférica e diarreia.


Quanto tempo dura o efeito da quimioterapia no corpo?

A quimioterapia pode ter efeitos que duram desde o tratamento até várias semanas ou meses após a conclusão. Algumas drogas têm efeitos residuais de longo prazo que podem durar anos.


Quais são as sequelas da quimioterapia?

As sequelas da quimioterapia podem incluir neuropatia periférica de longa duração, problemas de fertilidade, alterações cognitivas (conhecidas como "nevoeiro químico"), e um risco aumentado de desenvolver um segundo câncer, dependendo dos agentes usados e da susceptibilidade individual.


Por que a quimioterapia causa efeitos colaterais?

A quimioterapia ataca as células cancerosas, mas também pode afetar as células saudáveis, especialmente aquelas que se dividem rapidamente, como as células do cabelo, da boca e do trato digestivo. Isso causa os diversos efeitos colaterais associados ao tratamento.


Como posso cuidar de mim mesmo durante a quimioterapia para minimizar os efeitos colaterais?

Mantenha uma dieta nutritiva, hidrate-se bem, descanse o suficiente e gerencie o estresse através de atividades relaxantes como meditação ou ioga. Consulte seu médico sobre medicamentos de suporte e reporte quaisquer sintomas que experimentar.


Quais são os sinais de alerta que indicam efeitos colaterais graves?

Sinais de alerta incluem febre alta, dificuldade respiratória, dor intensa, sangramento ou hematomas inexplicáveis, alterações súbitas na visão, confusão ou alterações no estado mental, que exigem contato imediato com profissionais de saúde.


Como a quimioterapia pode afetar a saúde dental a longo prazo?

A quimioterapia pode causar boca seca, aumentando o risco de cáries, além de inflamação na gengiva e úlceras na boca. É recomendável manter uma boa higiene oral e visitar regularmente um dentista para avaliações e cuidados preventivos.


Quimioterapia pode alterar o paladar e como gerenciar isso?

A quimioterapia pode causar alterações no paladar, como um gosto metálico. Para gerenciar isso, experimente usar talheres de plástico, evitar alimentos muito temperados ou metálicos e comer alimentos frios ou à temperatura ambiente para reduzir o sabor forte.


A quimioterapia pode causar alterações hormonais?

Sim, a quimioterapia pode causar alterações hormonais que afetam a produção de hormônios, especialmente em tratamentos para cânceres hormônio-sensíveis como o de mama ou próstata. Isso pode resultar em sintomas de menopausa, alterações na libido ou na função sexual.


Como posso monitorar e gerenciar o risco de infecção durante a quimioterapia?

Monitorar a contagem de células brancas regularmente, evitar contato com pessoas doentes, praticar boa higiene das mãos, manter uma dieta nutritiva e limpar e desinfetar regularmente superfícies em casa ajudam a reduzir o risco de infecções durante a quimioterapia.


Não sinto mais nada, por que preciso continuar a quimioterapia?

Continuar a quimioterapia mesmo após os sintomas desaparecerem é crucial porque o tratamento visa eliminar todas as células cancerígenas, incluindo aquelas que são microscópicas e ainda podem não ter causado sintomas visíveis. Isso reduz o risco de recorrência do câncer e maximiza as chances de cura ou controle prolongado da doença.


Conclusão


Embora os efeitos colaterais da quimioterapia possam ser desafiadores, existem muitas estratégias eficazes e recursos disponíveis para ajudar os pacientes a gerenciá-los. Com a
informação correta e o suporte adequado, é possível não apenas tratar o câncer, mas também manter uma boa qualidade de vida durante o tratamento.


Se você está em busca de um especialista em oncologia clínica, conheça o
Dr. Gustavo Schvartsman, formado pela Escola Paulista de Medicina/Universidade Federal de São Paulo e com especialização no MD Anderson Cancer Center, ele traz experiência internacional e um forte foco em imunoterapia. Atuando no Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Gustavo oferece tratamentos personalizados, incluindo terapias de última geração e um cuidado integral, garantindo que cada paciente receba as melhores opções de tratamento disponíveis. Para mais informações navegue no site ou para agendar uma consulta clique aqui.

E continue acompanhando a central educativa para mais conteúdos relacionados à saúde.


câncer de próstata resistente à castração
Por Gustavo Schvartsman 21 de janeiro de 2026
Entenda o que significa Câncer de próstata resistente à castração, por que acontece e quais tratamentos podem oferecer controle e qualidade de vida.
Por Gustavo Schvartsman 13 de janeiro de 2026
Quem pode se beneficiar do Osimertinibe no câncer de pulmão? O Osimertinibe beneficia principalmente pacientes com carcinoma de pulmão de não pequenas células que apresentam mutações específicas no gene EGFR, como deleção no éxon 19, L858R e T790M. Esses pacientes respondem melhor porque o tumor depende diretamente dessa via molecular. Introdução O uso do Osimertinibe no câncer de pulmão transformou o tratamento de pacientes com tumores que apresentam mutações específicas no gene EGFR. Esse medicamento marcou uma mudança importante na oncologia ao oferecer maior eficácia, melhor tolerabilidade e capacidade de atuar inclusive em metástases cerebrais. Hoje, ele é considerado o tratamento padrão em várias situações, desde diagnóstico inicial até doença avançada. Este artigo explica quem pode se beneficiar dessa medicação, como ela age, quando é indicada e por que o teste genético é indispensável para orientar a terapia. Continue a leitura para entender como esse avanço pode impactar o tratamento. O que é o Osimertinibe e como ele funciona? O Osimertinibe é um inibidor de tirosina-quinase (TKI) de terceira geração usado no tratamento de tumores pulmonares que apresentam mutações específicas no gene EGFR. Ele foi desenvolvido para bloquear sinalizações que mantêm o crescimento celular descontrolado em muitos casos de carcinoma de pulmão de não pequenas células. Por atuar de forma precisa, tornou-se um dos pilares do tratamento moderno para pacientes com mutações sensíveis e resistentes no EGFR. Mecanismo de ação O medicamento atua de forma seletiva sobre mutações EGFR importantes, como: L858R Deleções no éxon 19 Mutação de resistência T790M Outro aspecto relevante é sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica , permitindo controle eficaz de lesões cerebrais. Por que isso importa Ao bloquear a via EGFR, o Osimertinibe interrompe sinais que estimulam a proliferação tumoral. Como resultado, reduz o crescimento do tumor e prolonga a sobrevida . Evidências mostram benefício consistente até mesmo em pessoas previamente tratadas com outros TKIs, reforçando seu papel como terapia de alto impacto. Quem pode se beneficiar do Osimertinibe no câncer de pulmão Pacientes com mutações EGFR sensibilizantes O grupo mais beneficiado inclui pessoas com: Deleções no éxon 19 L858R no éxon 21 Algumas outras alterações mais raras no EGFR Pacientes com mutação T790M A mutação T790M aparece como forma de resistência em aproximadamente 50 a 60 por cento dos pacientes tratados com TKIs de gerações anteriores. O Osimertinibe foi o primeiro TKI a demonstrar eficácia comprovada contra essa alteração, com impacto direto no controle da doença. Pacientes com metástases cerebrais Por atravessar o sistema nervoso central, o medicamento é especialmente útil para: Controlar metástases cerebrais já diagnosticadas Prevenir o surgimento de novas lesões Reduzir sintomas neurológicos Postergar radioterapia Dados publicados no New England Journal of Medicine evidenciam redução significativa no risco de progressão intracraniana. Pacientes recém diagnosticados com doença avançada No estudo FLAURA , considerado referência global, o osimertinibe mostrou aumento da sobrevida global para 18,9 meses, contra 10,2 meses com outros TKIs. Em cenários de maior risco biológico, estratégias de intensificação terapêutica têm sido avaliadas. Nesse contexto, o uso do osimertinibe associado à quimioterapia demonstrou prolongamento do tempo até progressão da doença e da sobrevida global, à custa de maior incidência de efeitos colaterais, sendo uma abordagem reservada para casos selecionados. Outra combinação recentemente aprovada é a de lazertinibe, molécula semelhante ao osimertinibe, com amivantamabe, que também foi superior ao osimertinibe isolado no estudo MARIPOSA, mas igualmente associada a toxicidades que exigem manejo cuidadoso. A decisão terapêutica passa por avaliação detalhada do caso, considerando aspectos radiológicos, moleculares, clínicos e as preferências do paciente. No segundo semestre de 2025, o New England Journal of Medicine publicou a análise final de sobrevida global do estudo FLAURA2 , que avaliou o uso do osimertinibe em combinação com quimioterapia à base de platina e pemetrexed como tratamento inicial. Os resultados demonstraram ganho adicional de sobrevida global em comparação ao osimertinibe isolado, com mediana de 47,5 meses versus 37,6 meses, respectivamente, confirmando que a intensificação terapêutica pode trazer benefício clínico relevante em pacientes selecionados, embora associada a maior incidência de efeitos adversos, exigindo criteriosa avaliação individual. Pacientes operados com alto risco de recidiva Desde 2020, o Osimertinibe é aprovado como terapia adjuvante em alguns estágios de tumores operados com mutações EGFR, que carregam alto risco de recidiva a despeito da cirurgia completa. O estudo ADAURA demonstrou uma redução de aproximadamente 80 por cento no risco de recidiva ou morte. Efeitos colaterais O Osimertinibe costuma ser bem tolerado, mantendo bom perfil de segurança. Entre os efeitos mais frequentes estão diarreia, erupções cutâneas, fadiga, alterações nas unhas, e tosse leve. Efeitos raros incluem pneumonite e prolongamento do intervalo QT. O monitoramento com o oncologista reduz riscos e permite ajustes adequados do tratamento quando necessário. Como é feito o diagnóstico das mutações EGFR Para indicar o Osimertinibe corretamente, é essencial identificar as mutações por meio de: Sequenciamento de nova geração (NGS) PCR em tempo real Biópsia líquida (quando o tumor libera DNA no sangue) Esses métodos estão amplamente disponíveis e ajudam a escolher a melhor abordagem terapêutica. Atenção! O NGS é sempre preferível para buscar co-mutações associadas ao EGFR que podem afetar prognóstico e auxiliar na decisão de tratamento, uma vez que hoje há mais de uma opção. Esse método sequencia centenas de genes ao mesmo tempo. Por que isso é decisivo Sem o teste molecular, não é possível confirmar se o tumor depende da via EGFR. Sem essa informação, o tratamento pode não trazer o benefício esperado. Osimertinibe como parte de um tratamento personalizado O plano terapêutico é individualizado e leva em conta o tipo e localização do tumor, o estágio da doença, a existência de metástases e as condições clínicas do paciente. Muitas vezes, o Osimertinibe integra um programa terapêutico que pode incluir: Imunoterapia Quimioterapia Radioterapia Cuidados de suporte Essa integração promove melhor controle, diminui sintomas e contribui para avanços importantes na qualidade de vida. Perguntas frequentes
terapia celular CAR-T
Por Gustavo Schvartsman 10 de dezembro de 2025
Entenda como a terapia celular CAR-T está sendo adaptada para tratar tumores sólidos e quais são os principais avanços, desafios e perspectivas dessa tecnologia.
inibidores de checkpoint imunológico
Por Gustavo Schvartsman 3 de dezembro de 2025
Inibidores de checkpoint imunológico: O que são, quando são indicados, quais são seus benefícios? Entenda.
o que é radiofármacos
Por Gustavo Schvartsman 26 de novembro de 2025
Saiba o que é radiofármacos, como atuam no tratamento oncológico, em quais casos são usados e quais avanços essa estratégia traz para a medicina do câncer.
rastreamento genômico e teste genético
Por Gustavo Schvartsman 18 de novembro de 2025
Entenda as diferenças entre rastreamento genômico e teste genético e como essas análises ajudam na prevenção e tratamento personalizado do câncer.
o que é estadiamento do câncer
Por Gustavo Schvartsman 12 de novembro de 2025
Conheça o que é estadiamento do câncer, como ele é realizado e por que essa etapa é essencial para definir o tratamento e o prognóstico dos pacientes.
terapia alvo ou quimioterapia
Por Gustavo Schvartsman 5 de novembro de 2025
Terapia alvo ou quimioterapia: Entenda as diferenças, indicações, eficácia e efeitos colaterais de cada tratamento no câncer.
Inteligência artificial no câncer
Por Gustavo Schvartsman 29 de outubro de 2025
Inteligência artificial no câncer: Conheça como novas tecnologias estão transformando o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento dos pacientes oncológicos.
melanoma braf positivo
Por Gustavo Schvartsman 22 de outubro de 2025
Melanoma BRAF positivo: Entenda o que é, como é diagnosticado, os impactos dessa mutação e os avanços nos tratamentos personalizados disponíveis.