Como é o Câncer de Pele? Conheça os tipos e sinais da doença

Gustavo Schvartsman • 5 de março de 2024

Título Novo

Entender como é o câncer de pele e seus sinais é fundamental para a prevenção e tratamento eficaz desta condição. Ao identificar precocemente os sinais de câncer de pele, as chances de tratamento bem-sucedido aumentam significativamente. Continue com a leitura para entender mais sobre este tema.


Tipos de Câncer de Pele


O câncer de pele é classificado principalmente em três tipos, cada um com características e gravidades distintas:


  1. Carcinoma Basocelular (CBC): Este é o tipo mais comum de câncer de pele. Ele se desenvolve nas células basais da pele e é caracterizado por lesões de crescimento lento. Geralmente, essas lesões aparecem em áreas da pele que estão mais frequentemente expostas ao sol de forma crônica, como rosto e pescoço. Apesar de seu crescimento lento, é importante tratá-lo, pois pode causar desfiguração ou danos mais sérios se não for controlado.
  2. Carcinoma Espinocelular (CEC): Este tipo de câncer de pele ocorre nas células escamosas, que compõem a camada média da epiderme. Comumente se manifesta como nódulos ou lesões escamosas, que podem ser ásperas ao toque, ou ulceradas (feridas abertas). Ele se desenvolve principalmente em áreas da pele que foram danificadas ou frequentemente expostas ao sol. Embora menos agressivo que o melanoma, o CEC pode se espalhar para outras partes do corpo se não tratado adequadamente.
  3. Melanoma: Este é o tipo mais grave de câncer de pele, conhecido pela sua agressividade e alta probabilidade de metástase, ou seja, sua capacidade de se espalhar rapidamente para outros órgãos do corpo. O melanoma se desenvolve nas células que produzem melanina, o pigmento que dá cor à pele. Apesar de ser o menos comum dos três tipos, é responsável pela maioria das mortes relacionadas a esse tipo de câncer, tornando vital a sua detecção precoce e tratamento imediato.
  4. Carcinoma de Células de Merkel: É um tipo raro de câncer de pele, mas dos mais agressivos. Ele é comumente mal diagnosticado, por depender de patologistas que já tiveram experiência com o aspecto patológico, e mal manejado, pois os cirurgiões mais generalistas não são familiares com as margens cirúrgicas necessárias e disponibilidade de tratamento sistêmico eficaz antes de realizar grandes cirurgias que desfiguram, mas não curam.


Cada um desses tipos tem suas particularidades e requer uma abordagem específica de diagnóstico e tratamento.


Primeiros Sinais e Sintomas


Os primeiros sinais de câncer de pele são indicativos importantes que podem variar dependendo do tipo de câncer e são importantes para o diagnóstico precoce e tratamento eficaz. Sendo eles:


  • Mudanças na Aparência de Pintas ou Sardas: Alterações notáveis em pintas ou sardas, incluindo mudanças na forma, cor ou tamanho, são sinais de alerta. Isso pode ser observado em melanomas, onde pintas existentes se tornam irregulares em bordas, variam em cor ou aumentam de tamanho.
  • Feridas que Não Cicatrizam: Uma ferida ou lesão na pele que não cicatriza, mesmo após várias semanas, pode ser um sinal de carcinoma basocelular ou carcinoma espinocelular. Estas feridas podem sangrar ocasionalmente e depois formar uma crosta, mas não cicatrizam completamente.
  • Lesões Escamosas ou Crostosas: Lesões que são ásperas, escamosas ou crostosas ao toque, especialmente em áreas da pele frequentemente expostas ao sol, podem indicar carcinoma espinocelular. Estas lesões podem ser sensíveis ou até mesmo dolorosas.


O Autoexame regular da pele é importante para que o próprio paciente identifique quaisquer mudanças ou anormalidades, independentemente de seu histórico de exposição ao sol. A detecção precoce desses sinais e a busca por avaliação médica aumentam significativamente as chances de tratamento bem-sucedido.


Diagnóstico Precoce e Sua Importância


O diagnóstico precoce do câncer de pele desempenha um papel essencial para garantir um tratamento eficaz e aumentar as chances de uma recuperação bem-sucedida. Este processo inicia-se com uma avaliação cuidadosa feita por um dermatologista, que examinará a pele em busca de lesões suspeitas ou mudanças notáveis. Durante este exame dermatológico, o médico pode usar um dermatoscópio, um dispositivo que amplia e ilumina a pele, proporcionando uma visão clara de lesões que podem não ser totalmente visíveis a olho nu.


Se uma lesão parecer atípica ou preocupante, o próximo passo é realizar uma biópsia, um procedimento no qual uma pequena amostra da lesão é removida cirurgicamente para análise laboratorial. A biópsia é essencial para determinar se a lesão é cancerígena e, em caso afirmativo, identificar o tipo específico de câncer de pele. Este diagnóstico preciso é fundamental para desenvolver um plano de tratamento eficiente, que pode variar desde procedimentos cirúrgicos locais até tratamentos mais abrangentes, dependendo do tipo e estágio do câncer de pele.


O diagnóstico precoce também permite tratamentos menos invasivos e com maior probabilidade de preservar a aparência e a função da área afetada. Por isso, é importante que as pessoas realizem autoexames regulares da pele e consultem um dermatologista ou oncologista para check-ups, especialmente se possuírem fatores de risco elevados para a doença. Em pessoas de alto risco para desenvolver câncer de pele, ir ao dermatologista para rastrear as pintas faz com que a espessura do tumor diagnosticado seja até 3 vezes menor do que se o paciente traz a queixa de uma pinta que achou estranha.


São considerados pessoas de alto risco:

  • História familiar de câncer de pele
  • Pele clara e que queima à exposição solar, ao invés de bronzear
  • Mais de 50 pintas no corpo


Prevenção do Câncer de Pele


Adotar medidas preventivas auxilia na redução do risco de desenvolver câncer de pele. Estas medidas, recomendadas para todas as idades e tipos de pele, são:


Uso Regular de Protetor Solar: Aplicar protetor solar com um fator de proteção solar (FPS) de 30 ou mais em todas as áreas expostas da pele, inclusive em dias nublados e durante o inverno, é fundamental para proteger a pele contra os raios UVA e UVB prejudiciais.


Vestir Roupas de Proteção Solar: Utilizar roupas que cubram a pele, como camisas de manga longa, calças e chapéus de abas largas, ajuda a proteger contra a exposição direta ao sol e reduzem a necessidade de reaplicar o protetor várias vezes ao dia. Tecidos com uma classificação de proteção ultravioleta (UPF) oferecem proteção adicional, sendo recomendadas com UPF de 50+.


Evitar Exposição ao Sol nas Horas de Pico: Reduzir a exposição ao sol entre as 10 da manhã e as 4 da tarde, quando os raios solares são mais intensos, pode diminuir significativamente o risco de dano solar e câncer de pele.


Exames Regulares de Pele: Consultas regulares para exames de pele são cruciais, especialmente para indivíduos com risco elevado de câncer de pele.


Tratamento do Câncer de Pele Avançado


O tratamento do câncer de pele que é muito localmente avançado, e que pode resultar em cirurgias mutilantes, ou que recidivou no mesmo local, pode exigir medicamentos. Da mesma forma, tumores que invadiram os linfonodos ou que disseminaram com metástases em outros órgãos devem ser considerados para tratamento medicamentoso antes de intervenção cirúrgica. Isso se aplica a todos os tipos de câncer de pele. A imunoterapia é um tratamento que traz respostas significativas em todos os cânceres de pele, com baixa toxicidade. Se utilizada antes de uma cirurgia, pode funcionar melhor do que após ela, pois depende das células tumorais e vascularização presentes para conseguir reconhecer e penetrar no microambiente tumoral. Da mesma forma, alguns tipos de melanoma e carcinoma basocelular podem ser tratados com tratamento alvo-dirigido, que também pode causar uma regressão significativa no tumor.


Perguntas Relacionadas e Frequentes


O que é câncer de pele e como ele se desenvolve?

O câncer de pele é um crescimento anormal de células cutâneas, muitas vezes desencadeado por danos ao DNA causados pela exposição UV. Desenvolve-se principalmente em áreas expostas ao sol, mas pode ocorrer em qualquer lugar na pele.


Quais são os principais tipos de câncer de pele?

Os principais tipos são carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma. Cada um tem características distintas e níveis de gravidade variados.


Como posso identificar sinais iniciais de câncer de pele?

Os sinais incluem mudanças na aparência de pintas ou sardas, feridas que não cicatrizam, lesões escamosas ou crostosas, e novas áreas na pele que podem coçar, sangrar ou não cicatrizar.


Quem está em risco de desenvolver câncer de pele?

Pessoas com pele clara, história de queimaduras solares, exposição excessiva ao sol, histórico familiar de câncer de pele, e uso frequente de câmaras de bronzeamento têm maior risco.


O câncer de pele pode ser curado?

Muitos cânceres de pele podem ser curados, especialmente se detectados e tratados precocemente. O prognóstico depende do tipo, localização, tamanho e estágio do câncer.


Como posso prevenir o câncer de pele?

A prevenção inclui uso regular de protetor solar, vestir roupas de proteção solar, evitar exposição ao sol nas horas de pico e realizar exames de pele regulares.


Como o câncer de pele pode afetar diferentes tons de pele e quais são os sinais específicos em peles mais escuras?

O câncer de pele pode ser menos perceptível em tons de pele mais escuros, mas sinais incluem manchas ou lesões incomuns que mudam de cor, tamanho ou textura, particularmente nas palmas das mãos, solas dos pés ou sob as unhas.


Existem áreas do corpo frequentemente negligenciadas durante os autoexames de pele que podem desenvolver câncer de pele?

Áreas frequentemente negligenciadas incluem o couro cabeludo, orelhas, pescoço, costas, e áreas não frequentemente expostas ao sol, como as solas dos pés e entre os dedos.


Há diferenças nos sinais de câncer de pele entre crianças e adultos que devem ser observadas?

Em crianças, sinais de câncer de pele podem ser menos comuns e menos óbvios, mas incluem pintas que mudam de aparência, lesões que não cicatrizam e manchas incomuns na pele.


Quais são os mitos comuns sobre o câncer de pele que podem impedir a detecção precoce ou a busca por tratamento?

Mitos comuns incluem a crença de que o câncer de pele só ocorre em áreas expostas ao sol, que pele mais escura não está em risco, e que apenas queimaduras solares graves podem causar câncer de pele.


O câncer de pele sempre se manifesta de maneira visível ou pode se desenvolver internamente sem sinais externos?

Embora a maioria dos cânceres de pele se manifeste externamente, alguns tipos, como o melanoma, podem começar em áreas menos visíveis, como sob uma unha ou na pele não exposta regularmente ao sol.


Conclusão


Compreender como é o câncer de pele, seus tipos, sinais e a importância do diagnóstico precoce é essencial para combater efetivamente esta doença.


Você está cuidando da sua pele adequadamente para prevenir o câncer de pele? Continue acompanhando a central educativa para mais conteúdos relacionados à saúde.


Se você está em busca de um especialista em oncologia clínica, conheça o Dr. Gustavo Schvartsman, formado pela Escola Paulista de Medicina/Universidade Federal de São Paulo e com especialização no MD Anderson Cancer Center, ele traz experiência internacional e um forte foco em imunoterapia. Atuando no Hospital Israelita Albert Einstein, Dr. Gustavo oferece tratamentos personalizados, incluindo terapias de última geração e um cuidado integral, garantindo que cada paciente receba as melhores opções de tratamento disponíveis. Para mais informações navegue no site ou para agendar uma consulta clique aqui.

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Pacientes com metástases cerebrais Por atravessar o sistema nervoso central, o medicamento é especialmente útil para: Controlar metástases cerebrais já diagnosticadas Prevenir o surgimento de novas lesões Reduzir sintomas neurológicos Postergar radioterapia Dados publicados no New England Journal of Medicine evidenciam redução significativa no risco de progressão intracraniana. Pacientes recém diagnosticados com doença avançada No estudo FLAURA , considerado referência global, o osimertinibe mostrou aumento da sobrevida global para 18,9 meses, contra 10,2 meses com outros TKIs. Em cenários de maior risco biológico, estratégias de intensificação terapêutica têm sido avaliadas. Nesse contexto, o uso do osimertinibe associado à quimioterapia demonstrou prolongamento do tempo até progressão da doença e da sobrevida global, à custa de maior incidência de efeitos colaterais, sendo uma abordagem reservada para casos selecionados. Outra combinação recentemente aprovada é a de lazertinibe, molécula semelhante ao osimertinibe, com amivantamabe, que também foi superior ao osimertinibe isolado no estudo MARIPOSA, mas igualmente associada a toxicidades que exigem manejo cuidadoso. A decisão terapêutica passa por avaliação detalhada do caso, considerando aspectos radiológicos, moleculares, clínicos e as preferências do paciente. No segundo semestre de 2025, o New England Journal of Medicine publicou a análise final de sobrevida global do estudo FLAURA2 , que avaliou o uso do osimertinibe em combinação com quimioterapia à base de platina e pemetrexed como tratamento inicial. 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O monitoramento com o oncologista reduz riscos e permite ajustes adequados do tratamento quando necessário. Como é feito o diagnóstico das mutações EGFR Para indicar o Osimertinibe corretamente, é essencial identificar as mutações por meio de: Sequenciamento de nova geração (NGS) PCR em tempo real Biópsia líquida (quando o tumor libera DNA no sangue) Esses métodos estão amplamente disponíveis e ajudam a escolher a melhor abordagem terapêutica. Atenção! O NGS é sempre preferível para buscar co-mutações associadas ao EGFR que podem afetar prognóstico e auxiliar na decisão de tratamento, uma vez que hoje há mais de uma opção. Esse método sequencia centenas de genes ao mesmo tempo. Por que isso é decisivo Sem o teste molecular, não é possível confirmar se o tumor depende da via EGFR. Sem essa informação, o tratamento pode não trazer o benefício esperado. 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