Oncologista especialista em cabeça e pescoço: Quando consultar?

Gustavo Schvartsman • 17 de setembro de 2025

O diagnóstico e tratamento de tumores na região de cabeça e pescoço exigem a atenção de um especialista. O oncologista com expertise em cabeça e pescoço é o profissional indicado para abordar esses tipos de cânceres, que afetam áreas como boca, faringe, laringe, e glândulas salivares. Além de oferecer tratamentos personalizados, trabalha de forma integrada com outras especialidades para garantir o melhor cuidado ao paciente.


O papel do oncologista especialista em cabeça e pescoço


O oncologista especialista em cabeça e pescoço desempenha um papel central no
diagnóstico, planejamento e acompanhamento de tratamentos voltados para cânceres que afetam essa região específica. Sua abordagem combina precisão técnica e uma visão multidisciplinar para oferecer o melhor cuidado possível ao paciente.


Diagnóstico detalhado:
Utiliza exames de imagem, biópsias e testes genéticos para identificar o tipo e o estágio do tumor, garantindo uma análise completa e individualizada.


Planejamento terapêutico:
Define o melhor curso de ação, como quimioterapia, imunoterapia ou terapia-alvo, sempre considerando as características únicas do paciente e da doença.


Acompanhamento integrado:
Trabalha em conjunto com cirurgiões oncológicos e radioterapeutas para coordenar tratamentos combinados, maximizando a eficácia terapêutica.


Monitoramento contínuo:
Avalia a resposta ao tratamento ao longo do tempo e ajusta as estratégias quando necessário, sempre priorizando o bem-estar do paciente.


Orientação sobre inovações:
Informa sobre os avanços tecnológicos e novas opções terapêuticas, auxiliando o paciente a tomar decisões embasadas.


A atuação desse especialista é essencial para garantir uma abordagem personalizada e eficaz, promovendo
melhores resultados e qualidade de vida.


Quando procurar um oncologista especialista em cabeça e pescoço?


Identificar sinais precoces e buscar ajuda especializada pode fazer toda a diferença
no tratamento do câncer de cabeça e pescoço. É fundamental consultar um oncologista especialista nas seguintes situações:


Sintomas persistentes


Rouquidão prolongada:

Qualquer alteração na voz que dure mais de três semanas merece atenção.


Nódulos palpáveis:

Presença de caroços na região do pescoço ou mandíbula.


Dificuldades funcionais:

Dor ao mastigar, dificuldade para engolir ou sensação de algo preso na garganta.


Feridas resistentes:

Lesões na boca ou gengivas que não cicatrizam após semanas.


Fatores de risco


Pessoas com
parentes diagnosticados com câncer de cabeça e pescoço têm maior propensão a desenvolver a doença.


Um estilo de vida com
fumo e consumo excessivo de álcool são fatores de risco significativos também.


Além disso, a exposição ao
papilomavírus humano (HPV) está associada ao câncer de orofaringe, sendo cada vez mais frequente em pacientes jovens.


Diagnóstico confirmado ou suspeito


Resultados de imagem ou biópsias que
indiquem anormalidades devem ser acompanhados por um especialista.


Já um
diagnóstico positivo exige a supervisão de um oncologista experiente para planejamento e execução do tratamento.


Buscar um oncologista especialista em cabeça e pescoço
o quanto antes é essencial para otimizar o diagnóstico e aumentar as chances de sucesso no tratamento.


Tipos de câncer tratados por um oncologista especialista em cabeça e pescoço


O oncologista especialista em cabeça e pescoço é responsável por tratar diversos tipos de tumores que afetam essa região do corpo. Entre os mais comuns estão:

  • Câncer de boca: Inclui tumores nos lábios, gengivas, língua e mucosa bucal.
  • Câncer de laringe: Afeta áreas como as cordas vocais e outras partes da laringe, impactando a voz e a respiração.
  • Câncer de glândulas salivares: Apesar de raro, exige abordagem especializada devido à sua complexidade.
  • Câncer de orofaringe: Frequentemente relacionado ao HPV, é mais comum em pessoas jovens.
  • Câncer de nasofaringe: Localizado atrás do nariz e acima da garganta, esse tipo de tumor requer diagnóstico precoce para melhores resultados.


O plano de tratamento varia de acordo com fatores como a localização do tumor, seu estágio de desenvolvimento e as condições gerais de saúde do paciente, sempre priorizando a abordagem mais eficaz e individualizada.


Diagnóstico: como o especialista avalia o câncer?


Um diagnóstico preciso é essencial para o sucesso
do tratamento oncológico. O oncologista especialista em cabeça e pescoço utiliza abordagens avançadas, incluindo:


Exames de imagem


Técnicas como tomografia computadorizada, ressonância magnética e PET-CT fornecem informações detalhadas sobre a
localização e extensão do tumor.


Biópsia


A análise laboratorial do tecido coletado é indispensável para
confirmar a presença de células cancerígenas e identificar o tipo de câncer.


Testes genéticos


Exames moleculares
ajudam a detectar alterações específicas no DNA do tumor, permitindo a seleção de terapias direcionadas e personalizadas.


Esses métodos combinados garantem uma avaliação abrangente, ajudando a definir o plano de tratamento mais eficaz para cada paciente.


Avanços tecnológicos na oncologia de cabeça e pescoço


A área de oncologia de cabeça e pescoço tem se transformado com tecnologias inovadoras, que ampliam as possibilidades de tratamento e melhoram os resultados para os pacientes. Entre os principais avanços estão:

  • Técnicas de biópsia líquida

Esse método menos invasivo permite monitorar a evolução da doença e identificar alterações moleculares no tumor, auxiliando na personalização do tratamento.

  • Radioterapia de intensidade modulada (IMRT)

Proporciona alta precisão ao direcionar a radiação apenas para o tumor, minimizando danos aos tecidos saudáveis e reduzindo efeitos colaterais.

Estimulam o sistema imunológico a reconhecer e atacar células cancerígenas, oferecendo respostas mais duradouras e melhor tolerabilidade em comparação aos tratamentos tradicionais.


Essas inovações reforçam o papel da tecnologia na busca por tratamentos mais eficazes e menos agressivos, trazendo mais qualidade de vida aos pacientes.


Perguntas frequentes


  • O que faz um oncologista especialista em cabeça e pescoço?

    Esse profissional diagnostica e trata cânceres localizados na região da cabeça e pescoço, incluindo boca, garganta, laringe, glândulas salivares e nasofaringe. Ele também coordena tratamentos como quimioterapia, imunoterapia e terapias-alvo.

  • Quando devo procurar um oncologista especialista em cabeça e pescoço?

    Procure um especialista ao apresentar sintomas persistentes, como rouquidão, nódulos no pescoço, dificuldade para engolir ou feridas na boca que não cicatrizam, especialmente se você tiver fatores de risco, como tabagismo ou histórico familiar para rastreamento ou prevenção.

  • Quais tipos de câncer um oncologista de cabeça e pescoço trata?

    O especialista trata cânceres de boca, orofaringe, nasofaringe, laringe e glândulas salivares, entre outros. Cada tipo exige uma abordagem específica de diagnóstico e tratamento.

  • Qual a diferença entre um oncologista clínico e um cirurgião de cabeça e pescoço?

    O oncologista clínico foca em tratamentos sistêmicos, como quimioterapia, enquanto o cirurgião realiza procedimentos para remover tumores ou reconstruir estruturas comprometidas, são especialidades que se complementam no tratamento.

  • O que esperar de uma consulta com um oncologista especialista em cabeça e pescoço?

    Na consulta, o médico avalia os sintomas, realiza exames específicos, discute os resultados e planeja o tratamento mais adequado, levando em conta as preferências e condições do paciente.

  • Como o oncologista escolhe o melhor tratamento para o meu tipo de câncer de cabeça e pescoço?

    O médico considera fatores como localização e estágio do tumor, idade, saúde geral e biomarcadores específicos do câncer para criar um plano personalizado.

Oncologista com expertise em cabeça e pescoço em São Paulo | Dr. Gustavo Schvartsman


O oncologista especialista em cabeça e pescoço desempenha um papel fundamental no diagnóstico e tratamento de cânceres dessa região, oferecendo cuidados personalizados e integrados.
Buscar um especialista ao notar sintomas ou após um diagnóstico positivo é essencial para aumentar as chances de sucesso.



Se você busca um oncologista com expertise em cabeça e pescoço, sou o Dr. Gustavo Schvartsman, especialista em oncologia clínica. Formei-me pela Escola Paulista de Medicina/Universidade Federal de São Paulo e me especializei no MD Anderson Cancer Center, adquirindo experiência internacional e aprofundando meu foco em imunoterapia. Hoje atuo no Hospital Israelita Albert Einstein, onde ofereço tratamentos personalizados e terapias de última geração. Meu compromisso é garantir que cada paciente receba o melhor cuidado possível e as opções de tratamento mais adequadas para seu caso. Para mais informações, explore o meu site ou clique aqui para agendar uma consulta.


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Como resultado, reduz o crescimento do tumor e prolonga a sobrevida . Evidências mostram benefício consistente até mesmo em pessoas previamente tratadas com outros TKIs, reforçando seu papel como terapia de alto impacto. Quem pode se beneficiar do Osimertinibe no câncer de pulmão Pacientes com mutações EGFR sensibilizantes O grupo mais beneficiado inclui pessoas com: Deleções no éxon 19 L858R no éxon 21 Algumas outras alterações mais raras no EGFR Pacientes com mutação T790M A mutação T790M aparece como forma de resistência em aproximadamente 50 a 60 por cento dos pacientes tratados com TKIs de gerações anteriores. O Osimertinibe foi o primeiro TKI a demonstrar eficácia comprovada contra essa alteração, com impacto direto no controle da doença. Pacientes com metástases cerebrais Por atravessar o sistema nervoso central, o medicamento é especialmente útil para: Controlar metástases cerebrais já diagnosticadas Prevenir o surgimento de novas lesões Reduzir sintomas neurológicos Postergar radioterapia Dados publicados no New England Journal of Medicine evidenciam redução significativa no risco de progressão intracraniana. Pacientes recém diagnosticados com doença avançada No estudo FLAURA , considerado referência global, o osimertinibe mostrou aumento da sobrevida global para 18,9 meses, contra 10,2 meses com outros TKIs. Em cenários de maior risco biológico, estratégias de intensificação terapêutica têm sido avaliadas. Nesse contexto, o uso do osimertinibe associado à quimioterapia demonstrou prolongamento do tempo até progressão da doença e da sobrevida global, à custa de maior incidência de efeitos colaterais, sendo uma abordagem reservada para casos selecionados. Outra combinação recentemente aprovada é a de lazertinibe, molécula semelhante ao osimertinibe, com amivantamabe, que também foi superior ao osimertinibe isolado no estudo MARIPOSA, mas igualmente associada a toxicidades que exigem manejo cuidadoso. A decisão terapêutica passa por avaliação detalhada do caso, considerando aspectos radiológicos, moleculares, clínicos e as preferências do paciente. No segundo semestre de 2025, o New England Journal of Medicine publicou a análise final de sobrevida global do estudo FLAURA2 , que avaliou o uso do osimertinibe em combinação com quimioterapia à base de platina e pemetrexed como tratamento inicial. Os resultados demonstraram ganho adicional de sobrevida global em comparação ao osimertinibe isolado, com mediana de 47,5 meses versus 37,6 meses, respectivamente, confirmando que a intensificação terapêutica pode trazer benefício clínico relevante em pacientes selecionados, embora associada a maior incidência de efeitos adversos, exigindo criteriosa avaliação individual. Pacientes operados com alto risco de recidiva Desde 2020, o Osimertinibe é aprovado como terapia adjuvante em alguns estágios de tumores operados com mutações EGFR, que carregam alto risco de recidiva a despeito da cirurgia completa. O estudo ADAURA demonstrou uma redução de aproximadamente 80 por cento no risco de recidiva ou morte. Efeitos colaterais O Osimertinibe costuma ser bem tolerado, mantendo bom perfil de segurança. Entre os efeitos mais frequentes estão diarreia, erupções cutâneas, fadiga, alterações nas unhas, e tosse leve. Efeitos raros incluem pneumonite e prolongamento do intervalo QT. 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Osimertinibe como parte de um tratamento personalizado O plano terapêutico é individualizado e leva em conta o tipo e localização do tumor, o estágio da doença, a existência de metástases e as condições clínicas do paciente. Muitas vezes, o Osimertinibe integra um programa terapêutico que pode incluir: Imunoterapia Quimioterapia Radioterapia Cuidados de suporte Essa integração promove melhor controle, diminui sintomas e contribui para avanços importantes na qualidade de vida. Perguntas frequentes
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